



No início do século XX, o edifício dos Armazéns Cogumbreiro era o maior armazém dos Açores. Pelas suas portas passavam mercadorias, mas também vizinhos, conversas e histórias.
A sua fachada neoclássica e o interior em madeira de pinho testemunharam décadas de visão, comunidade e trabalho familiar.
Anos de silêncio terminaram quando a família decidiu voltar a abrir as portas. Sob a orientação do arquitecto Manuel Aires Mateus, cada viga foi recuperada e cada azulejo escolhido com carinho.
Não se tratava de apagar o passado, mas de lhe dar um novo fôlego. Assim nasceu um alojamento local e um café onde ainda se sente o perfume da madeira e se ouvem as vozes antigas nas escadas.


Hoje, quem atravessa estas portas sente-se parte da história. Os hóspedes são tratados como amigos e convidados a escrever as suas próprias páginas neste edifício vivo. Mais do que uma estadia, é um encontro com um lugar que continua a pulsar.
Bem vindo aos Armazéns Cogumbreiro.
Uma casa de comércio que nunca perdeu a alma.



